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Pesquisa do DataPoder360 mostra que 66% dos brasileiros acham mais grave a situação das pessoas doentes por causa do coronavírus, com risco de morrer, do que o aumento da taxa desemprego e diminuição de renda decorrentes da pandemia de covid-19.

Outros 26% afirmaram que as consequências econômicas preocupam mais do que as questões de saúde. Os que não souberam responder foram 8%.

Os mais instruídos e os mais ricos, que têm recursos para enfrentar a pandemia, são os grupos onde há os maiores percentuais dos que afirmaram que a preocupação no momento deve ser com as pessoas doentes, não com desemprego e renda.

Entre os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (de R$ 2.090 a R$ 5.225), por exemplo, 88% têm esse pensamento.

O assunto é discutido no mundo inteiro. No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro já deu diversas declarações em que defende a retomada da atividade econômica. Para ele, o aumento do desemprego e a diminuição de renda podem ser ainda mais prejudiciais aos brasileiros do que complicações decorrentes da covid-19.

DataPoder360 levantou a aprovação do governo federal entre os que acham que as questões de saúde preocupam mais e entre os que acham que as questões econômicas preocupam mais.

Dos que afirmaram que o mais grave no momento são as pessoas doentes, 83% rejeitam a administração bolsonarista.

Já quando se observam os que afirmaram que o desemprego é mais preocupante, 45% acham o governo Bolsonaro ótimo ou bom.

A pesquisa foi realizada de 6 a 8 de julho pelo DataPoder360, divisão de estudos estatísticos do Poder360, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

PERCEPÇÃO DE RISCO

O levantamento também mostra que 31% dos brasileiros acham que têm chances de morrer caso sejam infectados pelo coronavírus. Outros 45% disseram que não acreditam nessa possibilidade. O Brasil registra hoje uma taxa de letalidade de 4%.

Questionadas se elas ou alguma pessoa próxima contraíram o coronavírus, 42% disseram que sim. O número cresceu 4 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, feita de 22 a 24 de junho.

 

Fonte: DataPoder360

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