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Em entrevista para Datena em seu programa na Band TV  nesta terça (15), Bolsonaro admitiu que os R$ 89 mil depositados por seu ex-assessor Fabrício Queiroz na conta de Michelle eram, na verdade, para ele, Jair Bolsonaro.

O presidente da extrema-direita não só admitiu os depósitos, como também tentou minimizar os valores.

“Como falei desde o começo, aqueles cheques em torno de 10 anos foram para mim, não foram para ela. Divide aí R$ 89 mil por 10 anos, dá em torno de R$ 750 por mês. Isso é propina? Pelo amor de Deus. O Queiroz também pagava contas minhas. Era de confiança”.

Ele também defendeu Queiroz, e o chamou de “injustiçado”, dizendo que sua esposa não deveria ser presa.

Queiroz é apontado como o operador financeiro no esquema da rachadinha de Flávio Bolsonaro no seu gabinete, quando ainda estava na Alerj, como deputado estadual do Rio de Janeiro.

Bolsonaro acabou por colocar mais lenha na fogueira dos questionamentos de porque Queiroz havia depositado o dinheiro na conta de Michelle Bolsonaro e agora admite ligação direta do dinheiro consigo mesmo.

O cenário só serve também para mostrar o papel das forças do judiciário brasileiro, que junto com o Congresso, mantém Bolsonaro na presidência por conveniência, em nome de seus ataques contra os trabalhadores. Se quisessem condená-lo, já o teriam feito há muito tempo.

É também uma amostra que no enfrentamento com Bolsonaro, sua corrupção e todos os seus ataques à população pobre e trabalhadora, não se pode confiar nestes atores institucionais como o STF e o Congresso, e sim apenas nas forças dos trabalhadores, mulheres, negros e jovens para derrotar o bolsonarismo e todo o regime autoritário que está colocado no Brasil hoje.

Fonte: Esquerda Diário

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