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Pessoas infectadas pelo novo coronavírus podem ter experiências muito diferentes umas das outras.

Enquanto algumas apresentam sintomas de resfriado e se recuperam sozinhas, outras evoluem para quadros graves, que podem chegar até a morte.

Estágio 1

No estágio 1, considerado leve, é quando ocorre a infecção inicial.

O vírus entra no organismo pela boca ou pelo nariz. A partir daí, ele pode percorrer o caminho até o pulmão, o que é mais comum, ou até o estômago, caso o paciente tenha reflexo de deglutição. Por isso, os primeiros sintomas da doença costumam ser tosse ou diarreia

Nesse primeiro momento, o corpo lança uma defesa imunológica padrão, que consiste na liberação da proteína chamada interferon.

Ela atua na capacidade do vírus de se replicar e recrutam outras células imunológicas para atacá-lo. A maioria das pessoas consegue eliminar o novo coronavírus ainda nesse estágio.

Estágio 2

No estágio 2, considerado moderado, é quando há o envolvimento pulmonar. Após a defesa imunológica inicial, o corpo lança uma segunda onda de ataque do sistema imunológico, chamada resposta imune adaptativa. Esse processo consiste na liberação de anticorpos específicos.

Em alguns pacientes, no entanto, o vírus se replica e se espalha antes que o sistema imunológico o controle. Isso pode acontecer quando o paciente é exposto a uma grande carga viral ou tem o sistema imunológico debilitado.

O primeiro órgão a ser atacado pelo vírus é o pulmão, causando uma inflamação localizada no órgão. Com isso, o paciente desenvolve pneumonia viral, com tosse, febre e possível falta de oxigênio no corpo, além de falta de ar e sensação de profundo cansaço.

Estágio 3

O estágio 3, considerado grave, é quando há hiperinflamação sistêmica. Uma vez que o sistema imunológico não consegue eliminar o vírus, ele pode surtar e começar a reagir exageradamente, produzindo mais e mais proteínas inflamatórias, chamadas citocinas, causando, assim uma inflamação generalizada.

O processo pode resultar em choque, falência respiratória e colapso cardiorrespiratório, o que pode ser fatal. Apenas de 5% a 10% dos pacientes evoluem para este estágio.

Como prevenir o contágio do novo coronavírus

De acordo com recomendações do Ministério da Saúde, há pelo menos cinco medidas que ajudam na prevenção do contágio do novo coronavírus:

lavar as mãos com água e sabão ou então usar álcool gel.

cobrir o nariz e a boca ao espirrar ou tossir.

evitar aglomerações se estiver doente.

manter os ambientes bem ventilados.

não compartilhar objetos pessoais

Fonte Agência Brasil

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