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O anúncio foi divulgado pelos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) que decidiram encaminhar para o Ministério Público Federal (MPF) a lista com os nomes de 620 mil pessoas suspeitas de fraudarem a ajuda emergencial paga pelo governo  desde o início da pandemia.

No TCU, o relator das investigações, Bruno Dantas, disse que está indignado com as informações que estão no relatório. Segundo Dantas, não basta que os que receberam indevidamente os R$ 600,00 devolvam o dinheiro para os cofres público e defendeu que essas pessoas respondam processo penal.

Na lista de fraudadores identificados existem mais 235 mil empresários com uma renda totalmente incompatível com o recebimento do benefício.

Bruno Dantas ressaltou para os colegas da Corte que o pagamento do auxílio exige uma autodeclaração de que realmente as pessoas estão em dificuldade financeira.

Portanto, quem assinou a declaração online, mas não está precisando de ajuda, deve responder processo penal.

Nesse caso, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal são os responsáveis por esse tipo de apuração. Se forem abertos inquéritos, os suspeitos serão ouvidos e poderão ser indiciados por estelionato e falsidade ideológica.

Dentre elas podem estar muitos nomes de tapenses suspeitos de terem fraudados o programa social.

A partir da divulgação das listas dos beneficiários do programa no Portal da Transparência e de divulgação de matéria na imprensa independente de Tapes, denúncias foram realizadas com uma lista de pessoas que fraudaram dados. E encaminhadas para o Ministério Público Federal por cidadãos de Tapes indignados com a situação.

Em Tapes na lista encontramos 3.515 pessoas beneficiadas. O total do repasse em abril foi de R$ 2.446.800,00. E em maio este montante manteve-se mesmo.

Porém alguns nomes causaram indignação nas redes sociais. Nomes de pessoas que em uma cidade pequena são conhecidos de todos. E não se encaixam nos critérios definidos pelo governo para receberam o auxílio.

São pessoas que possuem renda, circulam com carros de luxo na cidade, casadas com fazendeiros ou empresários. Também foram encontrados proprietários e proprietárias de lojas e estabelecimentos comerciais. Esposa de políticos, de bancário, relatando que são mães solteiras, filhos e filhas de fazendeiros ou de aposentados que tem renda acima de R$ 10 mil reais. 

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