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O governador Eduardo Leite afirmou em coletiva de imprensa nesta terça-feira que o novo modelo de distanciamento social que será adotado no Rio Grande do Sul não representa a abertura desordenada e a volta à normalidade.

De acordo com Leite, o distanciamento social controlado é uma estratégia mista que será colocada em prática a partir de maio para equilibrar a vida com a retomada econômica.

Leite revelou os critérios para a elaboração do modelo de distanciamento social controlado.

Segundo ele, a iniciativa ainda depende de proposições de setores da economia gaúcha, que poderão enviar ideias e sugestões à administração estadual até a próxima semana.

Segundo o governador, o plano de distanciamento social controlado foi possível a partir da obtenção de informações sobre o histórico do vírus, do controle de leitos dos hospitais gaúchos e das informações sobre as pesquisas relativas à doença.

Dentro da iniciativa do governo estadual para a nova etapa do distanciamento social, será necessário o diagnóstico de cada região do Rio Grande do Sul, considerando o nível de transmissão e a capacidade do sistema de saúde.

Além disso, há também o uso de cores (verde, amarelo, laranja e vermelha), que irão determinar o risco em cada região, sendo que a bandeira verde indica uma maior flexibilização de medidas e a bandeira vermelha aponta para a necessidade de uma maior restrição.

Segmentação setorial

Outro critério que será usado na elaboração do distanciamento social controlado é o da segmentação setorial, categorizando as atividades econômicas por setor segundo o risco de transmissão e a importância econômica relacionada às peculiaridades de cada região.

Os setores serão divididos em seis grupos – varejo, construção, indústria/agricultura, eventos, serviços essenciais e educação.

Retomada das aulas

Questionado sobre o desejo do presidente Jair Bolsonaro de reabrir as escolas militares a partir da semana que vem, Eduardo Leite afirmou que os critérios objetivos que irão definir a retomada das atividades escolares e não o sentimento e a vontade do presidente.

Disse Leite que o governo do Estado não pretende fazer qualquer movimento de alterações antes de definirmos esses protocolos. Que dependerão do nível de transmissão e a capacidade de resposta do sistema de saúde.

O governador finalizou a entrevista afirmando que não é um sentimento ou vontade pessoal manter as aulas suspensas. As aulas só retornarão quando o governo estadual tiver segurança dos níveis mais baixos de contaminação.

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