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Promotores de Justiça e procuradores da República de diferentes regiões estão instaurando procedimentos para apurar denúncias de favorecimento a pessoas que, mesmo não fazendo parte de nenhum dos grupos considerados prioritários, teriam recebido a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. 

Difícil imaginar algo mais vergonhoso do que furar a fila de vacinação no meio de uma pandemia. Esse é um comportamento amoral. Afinal, quem faz isso tira a vacina de quem está trabalhando diariamente na linha de frente, arriscando a si mesmo e sua família. 

No entanto políticos e pessoas de alto poder aquisitivo estão furando as filas em várias cidades do país.  

 No Rio Grande do Sul promotores de Justiça começaram hoje a rastrear informes sobre pessoas que teriam furado a fila da vacinação mesmo sem terem esse direito. 

Existe relatos que em Alvorada, Butiá, São Leopoldo e Piratini, onde políticos com Cargos Comissionados em prefeituras e funcionários de redes de farmácias foram vacinados.   

Elaborado por representantes de órgãos governamentais e não governamentais, como sociedades científicas e conselhos profissionais e de secretários de Saúde, o Plano Nacional de Vacinação contra o Covid-19 define a estratégia de enfrentamento à pandemia e a ordem de vacinação.  

Entre outras coisas, o plano nacional estabelece como prioritária a vacinação de profissionais de saúde, principalmente os que estão na linha de frente do atendimento a pacientes com a covid-19; idosos acima de 60 anos vivendo em instituições de longa permanência (asilos e casas de repouso); portadores de deficiência com mais de 18 anos institucionalizados e indígenas de terras homologadas. 

Até o momento, o país dispõe de 6 milhões de doses da vacina disponibilizadas pelo Instituto Butantan, de São Paulo. Considerando a necessidade de duas doses por pessoa, é uma quantidade suficiente para imunizar pouco mais de 2,8 milhões de pessoas em todo o país, segundo o Ministério da Saúde.  

O país deve receber, ainda hoje (22), mais 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, e fabricadas pelo laboratório indiano Serum. 

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