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O RS teve quatro mortes por afogamento desde o início da Operação Verão. Todos os óbitos, desde o dia 21 deste mês, foram fora da área de atuação dos guarda-vidas.

Desde o início da Operação Verão 2020 no litoral do Estado, o Rio Grande do Sul já registrou quatro mortes por afogamento. Só no Natal, nesta quarta-feira (25), foram três casos, dia em que o Estado teve alta temperatura.

Todos os óbitos foram em rios ou lagoas, em áreas que não tem atuação dos guarda-vidas.

Levantamento do Ministério da Saúde indica que, em média de 5 a 6 mil pessoas morrem afogadas ao longo de cada ano, sendo 50% dos óbitos registrados no período em que a maioria dos brasileiros tira férias.

Mesmo que a morte não seja imediata, o acidente pode tornar-se fatal ao resultar em problemas respiratórios devidos à aspiração de líquido ou a infecções adquiridas. Quem aspira líquido pode apresentar queda da temperatura do corpo, distensão do abdome, tremores, dores musculares, náuseas e vômitos. Casos mais graves podem acarretar em parada cardíaca e morte.

Para prevenir esse tipo de acidente, os adultos devem estar sempre próximos das crianças enquanto elas estiverem na água, mesmo que elas saibam nadar. Nem mesmo por poucos segundos os bebês devem ser deixados sozinhos no banho.

Para os adultos o alerta é para o consumo de álcool e de certos medicamentos, pois provoca a diminuição da concentração, piora dos reflexos e perda de equilíbrio, aumentando assim as possibilidades de afogamento.

Prevenção

Alessandro Vasques, dos Bombeiros Voluntários afirma que as imprudências mais comuns são pessoas despreparadas tecnicamente que entram na lagoa para pescar com embarcações precárias e banhistas que tomam banho em lugares sem guarita de salva vidas.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Voluntários de Tapes, o ideal é, em primeiro lugar, procurar um local conhecido e onde exista sempre a presença de guarda-vidas.

Para evitar acidentes é preciso respeitar as faixas e os avisos, além de não entrar em locais onde há alerta de perigo de afogamento ou em águas poluídas.

Muito importante também é nunca deixar crianças sozinhas e, se for andar de barco ou qualquer outra embarcação, usar sempre coletes salva-vidas. Além destas, os Bombeiros Voluntários dão outras dicas importantes.

Dicas para evitar afogamentos

– Lembre-se: Todo ambiente aquático requer cuidado. As principal recomendação para garantir sua segurança é ter noção dos riscos e assumir uma postura preventiva.

– Seja prudente. Não superestime sua capacidade de nadar. Avalie as consequências de um possível incidente.

– Evite locais sem a presença de guarda-vidas

– Em água doce ou salgada, procure locais rasos e sem correnteza

– Crianças exigem cuidado redobrado. Não as perca de vista.

– Sempre que possível, opte pelo uso do colete salva-vidas (especialmente em crianças). Em água doce ou em embarcações, seu uso é imprescindível. O uso dele, certamente, fará a diferença entre vida e morte.

– Objetos flutuantes (boias e pranchas) passam falsa impressão de segurança. O ideal é optar por um colete salva-vidas.

– Evite aproximar-se de costões. Ao caminhar sobre as pedras destes ambientes, observe antes se uma onda não poderá atingi-lo e jogá-lo no mar.

– Antes de mergulhar, certifique-se da profundidade. Um acidente pode provocar sequelas irreversíveis.

– Nunca nade após ingerir bebidas com álcool, alimentos ou se estiver passando mal ou com frio.

-Evite, ainda, áreas de saída de barco ou prática de esportes aquáticos (kitesurfe, surfe).

– Sempre acate as orientações dos salva-vidas.

 

Prefeitura de Tapes sinaliza áreas perigosas

A equipe de trânsito da Prefeitura de Tapes, instalou 4 novas placas de “PROIBIDO TOMAR BANHO NA LAGOA”, em locais que são perigosos e de alto risco de afogamentos.

São áreas de águas profundas e com diversos tipo de objetos que podem causar risco de acontecer uma fatalidade.

Estes locais são: o Molhes Sul, localizado junto ao clube náutico, no lado do canal por onde entram e saem as embarcações, e o outro local fica no antigo engenho da Arrozeira Sul, prédio histórico que tem a chaminé de tijolos.

Ali estão caídos dentro da lagoa pedaços de ferro, pedaços de concretos, madeiras, etc, quando o prédio que existia no local desabou e estes destroços acabaram dentro da água.

 

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