Aviso no Topo do Site
Acompanhe as últimas notícias de Tapes e Região.

Professores e pais de alunos expressaram indignação nas redes sociais rechaçando o retorno às aulas presenciais imposto por Eduardo Leite. As escolas não tem funcionários e professores suficientes nem material de higiene para garantir o retorno seguro das aulas. Quem deve decidir são as comunidades.

Eduardo Leite quer o retorno às aulas presenciais a qualquer custo responsabilizando os pais dos alunos que decidirem enviar os filhos.

No entanto, o Rio Grande do Sul conta ainda com alta taxa de contaminação pelo novo coronavírus. São 1788,6 pessoas infectadas a cada 100 mil habitantes, a taxa de ocupação de UTIs no estado é de 72,4%, com agravante para algumas regiões em que os hospitais estão 100% com as UTIs lotadas. Já são quase 5 mil mortos notificados com COVID-19 no RS e mais de 203 mil infectados.

Além de uma chuva de “meus filhos não voltam”, centenas de mães e pais expressaram com indignação a determinação de Leite de retorno às aulas faltando menos de 3 meses para acabar o ano.

Pois os pais, os funcionários, os professores e os próprios alunos são quem sabem como funciona a escola, que mesmo com número reduzido de alunos por turma não possuem a estrutura sanitária adequada nem material de limpeza.

O irônico é que enquanto quer o retorno às aulas Eduardo Leite, ao contrário de abrir mais espaços escolares, fecha escolas como é a situação da escola Estado do Rio Grande do Sul ocupada pela comunidade.

São as comunidades com as direções, professores funcionários e Conselhos Escolares que devem decidir sobre quando e como retornar as aulas e não o governador Leite e seus secretários distantes da realidade escolar e com uma visão empresarial, que querem descarregar a crise capitalista sobre a educação pública para manter os interesses dos empresários e seus lucros com o dinheiro público.

Com informações ED

 

 

Campartilhe.

Sobre o Autor

Deixe Um Comentário


Banner publicidade 728 x 90 RODAPÉ
AGORA É HORA DE SER VOCE?