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Novo boletim epidemiológico divulgado nesta terça-feira 05.01 pela prefeitura de Tapes confirmou o avanço da pandemia na cidade.  

O último boletim havia sido publicado na quinta-feira 31.12. Em 5 dias houve o surgimento de 27 novos casos.  

Segundo o boletim 17 pacientes continuam com o vírus ativo. Outros 47 aguardam resultado de exames e 74 pessoas que tiveram contado com pessoas infectadas estão sendo monitoradas.  

Em Tapes já houve 17 óbitos devido ao Covid-19.  

O novo secretário de saúde, Eduardo Simchem, afirmou em entrevista na emissora local que deverá ser desativado a estrutura criada ao lado do hospital para atender pessoas que procuram atendimento com suspeita de estarem com coronavírus 

Segundo Simchem a iniciativa busca reduzir custos. Hoje a prefeitura paga apenas R$ 12 mil para manter a estrutura de lona ao lado do hospital. Quando foi instalado a estrutura teria como objetivo principal evitar que pessoas que procurasse atendimento no hospital Nossa Senhora do Carmo por outras enfermidades, acabasse entrando em contato com pacientes com suspeita de Covid-19.

A imagem pode conter: casa e atividades ao ar livre

O secretário Eduardo Simchem garantiu que o governo procura outro local onde possa continuar prestando o atendimento as pessoas que tiverem suspeita de estarem com coronavírus. Porém ainda não foi divulgado onde será este novo local.  

No entanto as informações são que o espaço para atendimento aos pacientes com suspeitas de Covid-19 seria dentro das dependências do hospital. O que seria um erro gravíssimo pois muitos dos casos de contaminação  na fase inicial da pandemia foi justamente de pessoas que estiveram em hospitais em Camaquã e Porto Alegre, e acabaram adquirindo o vírus.

Já o prefeito Luiz Garcez ainda não publicou nenhum decreto sobre a pandemia. O último foi o decreto nº119 no dia 29 de dezembro.  

Na ocasião o ex-prefeito Silvio Rafaeli prorrogou o estado de calamidade pública até dia 04.01. E as aulas nas escolas estariam suspensas até dia 31 de janeiro.  

O prazo expirou ontem segunda-feira e não sendo atualizado o município perde o status de calamidade pública.  

A decretação de calamidade permite, dispensar a licitação para os bens, obras e serviços necessários ao atendimento da situação calamitosa, conforme art. 24, IV da Lei n.º 8.666/1993. Porém não pode ser vista, apenas, como um mecanismo para comprar sem licitação, como muitos, sem o devido conhecimento, propagam de forma irresponsável nas redes sociais.  

Neste momento de grave crise, a importância da decretação, vai muito além disso: é a garantia de se enfrentar a pandemia de forma mais ágil e efetiva. Inclusive buscando atenuar a crise econômica que atinge diversos. 

Em um momento que aumentam os casos na cidade e temos em média uma morte por semana nos últimos meses, a promulgação de um novo  decreto se faz urgente.  

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