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O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% em 2019. Esse número foi divulgado nesta quarta-feira 04.03 pelo IBGE. É o pior resultado dos últimos anos.

Esse número era o que estava previsto pelos economistas após resultados decepcionantes na atividade econômica de novembro e dezembro de 2019.

Esse é um resultado frustrante diante das expectativas do mercado com o novo governo, que adotou um programa a favor de ajustes e privatizações.

O último trimestre de 2019 apresentou resultados negativos em alguns dos principais setores econômicos. Comércio e serviços, por exemplo, fecharam no vermelho em dezembro, mesmo com as vendas do Natal.

O presidente da Associação Comercial e Industrial de Tapes (ACCITA) Mauro Dietrich mostrou-se frustado com o resultado da economia no último ano.

O empresário tinha a expectativa de crescimento da economia de 5 ou 6 % para compensar os últimos anos de crise econômica.

Ele afirma que o índice divulgado nesta quarta deve afetar as projeções da economia para 2020.

O governo havia estimado um crescimento de 2,4% em 2020. O mercado apostava em 2,2%. Com o número baixo de 2019, essas estimativas serão revisadas.

Além dos fatores internos Dietrich destaca também efeitos da economia internacional.

De uma forma geral a economia sofre com a situação global que tá enrolada e travada devido uma série de fatores como o caso da Europa tem sua economia rachada e agora o coronavírus provocando uma queda de produção na China.”

O presidente da ACCITA lembra a importância econômica da China para o Brasil que importa deste país calçados, vestuários e várias mercadorias. Empresários brasileiros não conseguem importar porque as fábricas estão paradas devido ao vírus.

Dietrich também prevê momentos difíceis para a economia tapense devido a queda na colheita causada pela estiagem que atinge a região.

Ele destaca que neste cenário o empresário fica dúvida se vale a pena dar um passo além e realizar novos investimentos. E o esforço se limita em manter seu negócio.

Mauro Dietrich destaca ainda que no RS o governo do Estado não ajuda o empresariado quando a cada mês tem uma nova legislação para ICMS.

A metodologia de arrecadação no RS é estapafúrdia sem pé nem cabeça. Um dia é de um jeito no outro é de outro jeito. Uma verdadeira bagunça e o empresário fica inseguro. Não tem contador que consiga se atualizar diante deste quadro. Muitos empresários nem sabem se estão recolhendo tributos de forma correta.”

O presidente da ACCITA destaca que o comerciante quer ser otimista mas tudo atrapalha, o tempo e o clima, o cenário da economia nacional e mundial, e também os governantes.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

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