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O executivo municipal enviou nesta semana para a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 035/2021 solicitando abertura de crédito especial para a compra dos prédios da família Wolf localizados na orla central de Tapes.  

Segundo o PL este ano serão gastos R$ 50 mil reais em 4 parcelas de R$ 12.500,00. Ao todo o munícipio irá gastar R$ 500 mil reais na aquisição de prédios e terrenos que pertenciam a Arrozeira Sul, empresa da família Wolf. 

A intenção do governo municipal é dispor da área para mais tarde buscar recursos para criar estruturas para implantar projeto de revitalização da orla central da cidade.  

Entre as estruturas que a prefeitura quer adquirir estão o prédio do engenho desativado após o calçadão, depois da praça André Alves haverá a aquisição do terreno e prédios até a Casa de Cultura e segue com a aquisição da casa onde funcionava o escritório da empresa da família Wolf até o prédio do engenho da chaminé.  

Permanecendo na orla apenas um engenho da família Pinzon que não entrará na negociação.  

O ex-prefeito Silvio Rafaeli já havia iniciado uma negociação com a família Wolf para a compra deste espaço que se daria através de uma permuta com a cedência do Palcão para a família em troca destes prédios e terrenos. Sem a necessidade de pagamento de recursos do município.  

No início do mês de outubro de 2019 o Executivo Municipal de Tapes encaminhou para a Câmara de Vereadores o Projeto de Lei 048/2019 solicitando ao legislativo autorização para realizar a troca do terreno onde se encontra o Palcão, em frente ao prédio da prefeitura, pelos prédios da Arrozeira Sul situados na orla central da cidade. 

Segundo justificativa enviada pelo prefeito na época, a iniciativa buscava da mesma forma que hoje dar início a revitalização da orla central da cidade e gerar espaços para desenvolver ações fortalecendo o turismo. 

O projeto mesmo tendo sido aprovado pelo legislativo acabou não avançando devido a resistência de setores que eram contra a troca do Palcão pelos prédios e terrenos.  

O caso acabou no judiciário e haveria a necessidade de ocorrer uma audiência pública para referendar a troca, porém com a pandemia o projeto acabou sendo adiado.  

Agora terá seguimento, porém para evitar resistências o prefeito Luiz Garcez optou por utilizar recursos do próprio orçamento. Serão 40 parcelas de R$ 12.500,00 totalizando R$ 500 mil reais.  

O Projeto de Lei tramita nas comissões da Câmara de Vereadores.  

Porém poderá ser devolvido ao Executivo Municipal para ser corrigido. A prefeitura ao enviar o PL acabou colocando no mesmo Projeto o pedido para autorizar a compra e também para abertura de crédito o que pela legislação deve ser realizado em projetos diferentes.  

Feita a correção o PL deverá ser aprovado sem resistência já que existe uma unanimidade na população sobre a necessidade de revitalizar a orla de Tapes que iniciou com a construção da Praça André Alves através de emenda articulada pela vereadora Cátia Iribarrem.   

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