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O brasileiro está comendo veneno, literalmente. A Anvisa encontrou resíduos do “velho” chumbinho em 51% dos 467 agrotóxicos liberados pelo governo Bolsonaro até o fim de novembro. Isso quer dizer que tem veneno de rato na mesa da população.

Produto muito vendido de maneira ilegal para matar ratos em várias cidades, o “chumbinho” está em muitos dos alimentos consumidos pelos brasileiros.

Agrotóxicos carbofurano e terbufós são componentes do “chumbinho”, utilizado ilegalmente como raticida.

As amostras foram analisadas no Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para) e divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O carbofurano, além de ser vendido de maneira ilegal para matar ratos, é utilizado no cultivo de alimentos, como alface, laranja, goiaba, uva, chuchu, pimentão e batata doce. O produto pode causar sérios danos ao sistema nervoso.

Já o terbufós, encontrado no principal prato de milhões de brasileiros, o feijão, é bastante utilizado também como pesticida em lavouras de banana, café, cana e milho.

Entre os efeitos mais comuns ao sistema nervoso estão a ansiedade, dor de cabeça, perda de memória, tremores, convulsões, e, eventualmente, em paralisia do aparelho respiratório, que pode levar à morte. 

De acordo com o relatório do PARA, a presença da substância pode ser decorrente de aplicações de carbossulfano, que se converte em carbofurano.

As amostras analisadas pelo Para foram coletadas em apenas 77 municípios brasileiros. E o estado do Paraná , um dos campeões de uso de agrotóxicos no Brasil, não cedeu sequer uma amostra porque se retirou do Para em 2016.

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