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A secretária estadual da Saúde do Rio Grande do Sul, Arita Bergmann, disse, em entrevista à Radio Guaíba na manhã desta sexta-feira 03.07, que o governo gaúcho monitora diariamente o crescimento do número de internações de pacientes com o novo coronavírus.

De acordo com a secretária, há a possibilidade, se necessário, de transferir ou alterar a referência de atendimentos para pacientes com a doença no Estado.

Arita explicou que, até o momento, isso não foi necessário, pois a ocupação média de leitos de UTI no RS gira em torno de 70% a 72%. Na avaliação da secretária, não seria correto utilizar o termo “colapso”, pois a rede de saúde é estruturada e conta com um complexo regulador.

Primeiro eu não concordo com a expressão ´colapso´. Nós temos uma rede estruturada e um complexo regulador. Nós temos leitos em municípios e programados para uma região Covid e temos leitos para uma macrorregião. Se precisar deslocar pacientes graves e vou dar um exemplo: a região da Costa Doce não tem leitos de UTI. No momento que essa região tiver leitos, nós vamos desafogar a Capital”, afirmou.

A gestora da pasta salientou ainda a importância do cumprimento das regras de distanciamento social e higienização.

A secretária também comentou sobre a falta de insumos em hospitais do Estado. Informou que o governo já trabalha na aquisição dos remédios junto ao Ministério da Saúde.

Ela admitiu, também, a possibilidade dos hospitais cancelarem cirurgias eletivas para melhor administrar os insumos existentes em cada instituição.

A Capital confirmou, no começo da tarde desta sexta-feira, A SMS (Secretaria Municipal da Saúde) divulgou nesta sexta-feira mais três óbitos de pacientes de Porto Alegre, chegando a 103 mortes na Capital. Com oito mortes por Covid-19 confirmadas hoje, total no RS sobe para 690.

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