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Neste domingo 29.03 , a presidente do Sindicato dos Empregados do Comércio de Camaquã (SindiComerciários) divulgou nota da entidade alertando para um possível colapso do sistema de saúde de Camaquã.

Sandra Maura Sampaio, na nota, também explicou como foi a votação no Comitê de Crise criado para combater o Coronavírus em Camaquã.

Na reunião do Comitê, na sexta-feira 27.03, a proposta que prevaleceu foi apresentada pelo Sindilojas, e contou com o apoio da Acic – Associação Comercial de Camaquã, Farsul – entidade dos produtores rurais do RS e Fecomércio.

A proposta era de voltar com as atividades do comércio a partir de quarta-feira, 1º de abril, com 50% dos funcionários.

A proposta foi apoiada por Otávio Moraes, Sindilojas, Costa Doce; Kátia Szczepaniak, ACIC – Associação Comercial e Industrial de Camaquã; Paulo Griebeler, Sindicato Rural de Camaquã; Lindomar Bergmann, Sindicato dos Trabalhadores Rurais; Ivana de Paula, Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores; José Carlos Gross, Associação dos Arrozeiros de Camaquã.

O Sindicato dos Comerciários de Camaquã, representado por Sandra Maura Sampaio, e Lizete Oliveira, presidente do Conselho de Saúde de Camaquã, apresentaram a proposta de manter o decreto do Prefeito Ivo, que previa o fechamento do comércio por 14 dias e na terça-feira, 31 de março, reavaliar a situação baseados em dados técnicos e nas opiniões dos profissionais de saúde.

Esta proposta derrotada foi defendida pelos integrantes do Comitê ligados à saúde e os trabalhadores do comércio. Sendo apoiada por Cleber Dornelles, FUNBECA – Fundação Assistencial e Beneficente de Camaquã (Hospital Nossa Senhora Aparecida); Sandra Maura, Sindicato dos Comerciários; Lizete Oliveira, Conselho Municipal de Saúde; Luciano Pereira Dias, secretário de Saúde de Camaquã; e inclusive pelo prefeito Ivo de Lima Ferreira.

A proposta de manter o isolamento foi derrotada por apenas um voto.

Na nota, o Sindicato ainda demonstrou preocupação com a situação que a reabertura imediata pode trazer: “Abrindo o comércio agora, momento em que os organismos nacionais e internacionais de saúde afirmam que deve ocorrer o pico de propagação do vírus, faremos com o sistema de saúde do município entre em colapso. Mantendo apenas serviços essenciais, respeitando a quarentena, faremos com que o vírus tenha uma disseminação lenta e pouco agressiva, garantindo assim que o sistema de saúde possa atender a todos.”, destacou.

Segundo informações do site Clic Camaquã, são inúmeras as reações da população quanto à nota divulgada. 

Os camaquenses questionaram o fato de que todos os que votaram a favor da reabertura não possuem ligação com a área da saúde.

Fonte Clic Camaquã

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