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A partir de 3 de agosto, a gasolina vendida nos postos de combustíveis do Brasil terá de atender a novas especificações definidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As exigências prometem aumentar a eficiência do combustível – mas devem provocar, também, o aumento do preço nas bombas.

Do ponto de vista técnico, a alteração que será implementada pela ANP diz respeito à octanagem da gasolina.

De forma simplificada, a octanagem mede a capacidade do combustível de resistir à queima dentro do motor.

Se a octanagem for muito baixa, pode haver combustão espontânea do combustível, provocando danos ao sistema.

Com octanagem mais alta, por outro lado, a tendência é de que o motor renda mais, o que também diminui a emissão de poluentes.

De acordo com a Petrobras, a nova octanagem deve permitir uma redução de 4% a 6% no consumo de combustível por quilômetro rodado. O problema é que a nova norma deve encarecer o preço da gasolina – e não se sabe exatamente qual será o acréscimo no valor por litro.

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